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Notícias e mercado
Shein Reuters A União Europeia abriu uma investigação formal sobre a varejista online chinesa Shein nesta terça-feira (17), por venda de produtos ilegais e preocupações com o design potencialmente viciante da plataforma. A decisão intensifica o escrutínio sob a rigorosa Lei de Serviços Digitais do bloco. A medida é baseada na lei que exige que as plataformas online ajam para combater conteúdos ilegais e prejudiciais. A decisão veio após a França ter instado o órgão executivo da UE, em novembro do ano passado, a reprimir a venda de bonecas sexuais com aparência infantil na plataforma da Shein. Desde então, a Shein interrompeu a venda de todas as bonecas sexuais em todo o mundo. A empresa e sua rival chinesa Temu se tornaram os símbolos mais notórios das preocupações mais amplas com o fluxo de produtos chineses baratos para a Europa. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 “A Lei dos Serviços Digitais mantém os consumidores seguros, protege seu bem-estar e os capacita com informações sobre os algoritmos com os quais estão interagindo. Avaliaremos se a Shein está respeitando essas regras e sua responsabilidade”, disse a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, em um comunicado. A Comissão sinalizou a possibilidade de uma investigação da UE no mês passado. Medidas de segurança adicionais A Shein afirmou que continuará a cooperar com o órgão regulador da UE e que investiu significativamente em medidas para reforçar a conformidade com a legislação da UE, incluindo a realização de avaliações de risco sistêmico e estruturas de mitigação, e o reforço da proteção dos usuários mais jovens. “Além do aprimoramento das ferramentas de detecção, também aceleramos a implementação de salvaguardas adicionais em torno de produtos com restrição de idade”, afirmou a empresa, incluindo medidas de verificação de idade para impedir que menores visualizem ou comprem conteúdo e produtos com restrição de idade. A Comissão Europeia disse que investigaria os sistemas que a Shein implementou na UE para limitar a venda de produtos ilegais, incluindo possíveis materiais de abuso sexual infantil. A investigação também se concentrará no design viciante da Shein, incluindo a concessão de pontos ou recompensas pelo engajamento, que podem ter um impacto negativo no bem-estar dos usuários. A transparência dos sistemas de recomendação que a Shein utiliza para propor conteúdos e produtos aos usuários também será alvo de escrutínio por parte da UE.
Irã mostra exercícios militares que fecharam parcialmente o Estreito de Ormuz em meio a negociações nucleares com os EUA. O Irã fechou nesta terça-feira (17) parcialmente o Estreito de Ormuz, importante via petrolífera mundial ao sul do país, por conta de exercícios militares, segundo a agência de notícias iraniana semioficial Fars. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O fechamento parcial do estreito ocorre em meio às negociações nucleares entre o Irã e os Estados Unidos. Negociadores dos dois países se encontraram em Genebra, na Suíça, nesta terça. O governo Trump exige um acordo com Teerã para limitar o programa nuclear iraniano e encerrar o enriquecimento de urânio, e ameaça atacar o Irã caso as negociações fracassem. Segundo a Fars, o fechamento de partes do Estreito de Ormuz durará algumas horas e é necessária por “precauções de segurança”, enquanto a Guarda Revolucionária iraniana realiza exercícios militares na rota de exportação de petróleo mais importante do mundo. Os exercícios foram anunciados na segunda-feira e escalaram as tensões em um momento delicado das relações com os EUA. Além disso, dezenas de navios de guerra norte-americanos estão estacionados na região. O Irã já havia ameaçado no passado fechar o estreito se fosse atacado, medida que bloquearia um quinto do fluxo global de petróleo e elevaria os preços do petróleo bruto. Irã divulga imagens de exercícios militares da Guarda Revolucionária Islâmica no Estreito de Ormuz em 17 de fevereiro de 2026. Wana via Reuters Também nesta terça-feira, o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, advertiu que tentativas dos EUA de derrubar seu governo fracassarão, enquanto Washington e Teerã iniciam negociações indiretas em Genebra sobre sua longa disputa nuclear, em meio a um aumento do contingente militar norte-americano no Oriente Médio. Os EUA, que se juntaram a Israel no bombardeio das instalações nucleares do Irã em junho, enviaram uma força de combate para a região, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que uma “mudança de regime” no Irã pode ser a melhor coisa que poderia acontecer. Os enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner estão participando das negociações, que estão sendo mediadas por Omã, disse uma fonte informada sobre o assunto à Reuters, juntamente com o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi. Donald Trump disse que estaria envolvido “indiretamente” nas negociações de Genebra e que acredita que Teerã queira chegar a um acordo. “Não acho que eles queiram as consequências de não fazer um acordo”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One na segunda-feira. “Poderíamos ter feito um acordo em vez de enviar os B-2s para destruir seu potencial nuclear. E tivemos que enviar os B-2.” Irã fecha parcialmente o Estreito de Ormuz para fazer exercício militar Mesmo os mais fortes podem ser 'esbofeteados', diz Khamenei Logo após o início das negociações, a mídia iraniana citou o líder supremo aiatolá Ali Khamenei dizendo que Washington não poderia forçar a saída de seu governo. A república é governada por clérigos desde a Revolução Islâmica de 1979. “O presidente dos EUA diz que seu exército é o mais forte do mundo, mas o exército mais forte do mundo às vezes pode levar um tapa tão forte que não consegue se levantar”, disse ele, em comentários publicados pela mídia iraniana. Exercício militar realizado pela Guarda Revolucionária do Irã em 24 de janeiro de 2025. Sepah News/AFP Uma autoridade de alto escalão iraniano disse à Reuters na terça-feira que o sucesso das negociações em Genebra dependia de os EUA não fazerem exigências irrealistas e de sua seriedade em suspender as sanções econômicas que prejudicam o Irã. LEIA TAMBÉM: Chanceler do Irã diz que negociações com os EUA avançaram e abriram caminho para acordo nuclear Khamenei diz que Trump não conseguirá derrubá-lo e ameaça afundar porta-aviões dos EUA Imagens revelam aumento de navios de guerra e caças dos EUA no Oriente Médio às vésperas de reunião com o Irã Negociação nuclear e tensão militar As negociações nucleares entre os EUA e o Irã são tratadas com cautela porque os dois países têm grandes diferenças entre suas posições: enquanto Washington exige de Teerã extinguir os programas nuclear e de mísseis e parar de apoiar grupos armados da região, o regime Khamenei afirma que negociará apenas seu programa nuclear. Em fevereiro, as Forças Armadas dos EUA divulgaram uma imagem do grupo de ataque do porta-aviões Lincoln no Mar Arábico. Divulgação/Marinha dos EUA via Reuters A principal autoridade nuclear iraniana afirmou que o país está disposto a diluir seu estoque de urânio enriquecido em troca do fim das sanções impostas ao país. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o Irã tem cerca de 440 kg de urânio enriquecido a 60%, perto do nível de uma bomba nuclear. O presidente iraniano, Masud Pezeshkian, disse na semana passada que o país está disposto a "inspeções" da AIEA para mostrar que seu programa nuclear é pacífico, mas afirmou que não cederá a "exigências excessivas" dos EUA. O presidente dos EUA, Donald Trump, alterna entre indicar esperança por um acordo nuclear e ameaças diretas ao regime Khamenei. Na semana passada, Trump ameaçou tomar "medidas muito duras" contra o Irã caso as negociações fracassem e enviou o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald Ford, para reforçar o cerco militar ao país do Oriente Médio —que já tem o grupo de ataque do USS Abraham Lincoln posicionado na região. As Forças Armadas dos EUA estão se preparando para a possibilidade de semanas de operações contra o Irã, caso Trump ordene um ataque, disseram duas autoridades americanas à agência de notícias Reuters. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Washington e seu aliado próximo, Israel, acreditam que o Irã aspira construir uma arma nuclear que poderia ameaçar a existência de Israel. O Irã afirma que seu programa nuclear é puramente pacífico, embora tenha enriquecido urânio muito além da pureza necessária para a geração de energia e próximo do necessário para uma bomba. Desde os ataques de junho, os governantes islâmicos do Irã foram enfraquecidos por protestos de rua, reprimidos com o custo de milhares de vidas, contra uma crise no custo de vida impulsionada em parte por sanções internacionais que estrangularam a receita do petróleo do Irã. O Irã aderiu ao Tratado de Não Proliferação Nuclear, que garante aos países o direito de desenvolver energia nuclear civil em troca da renúncia às armas atômicas e da cooperação com a agência nuclear da ONU, a Agência Internacional de Energia Atômica. Israel, que não assinou o TNP, não confirma nem nega ter armas nucleares, sob uma política ambígua de décadas destinada a dissuadir os inimigos vizinhos.
Logo da Warner Bros. Eric Gaillard/Reuters A Warner Bros. Discovery deu o prazo de uma semana para que a Paramount Skydance ofereça sua "melhor e final oferta" para aquisição da companhia. O período foi concedido à Warner pela Netflix, por meio de uma isenção temporária. 🔎 Conhecida no mercado como "limited waiver", essa isenção serve como uma dispensa temporária de determinadas obrigações contratuais. Nesse caso, a Netflix liberou a Warner de algumas das obrigações acordadas no contrato de fusão, permitindo que a empresa participe de discussões com a Paramount por um período de sete dias, até 23 de fevereiro. Segundo comunicado divulgado pela Warner Bros. nesta terça-feira (17), as conversas serviriam para dar uma "maior clareza" aos acionistas da companhia e para permitir que a Paramount possa apresentar uma oferta melhor e final. "Durante esse período, a Warner se envolverá com a Paramount para discutir as deficiências que permanecem não resolvidas e esclarecer certos termos do acordo de fusão proposto", informou a Warner em comunicado, reiterando que a Netflix manterá seu direito de igualar qualquer proposta feita pela companhia concorrente. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda de acordo com o comunicado, um representante sênior da Paramount informou a um membro do conselho de administração da Warner que, caso seu conselho autorizasse que as duas empresas discutissem o acordo, a Paramount concordaria em pagar US$ 31 por ação, indicando que a proposta ainda poderia melhorar. "Esse preço, juntamente com diversas outras questões que a Paramount declarou que abordaria em sua carta de 10 de fevereiro, não está refletido no mais recente acordo de fusão proposto", informou a Warner em comunicado, destacando que enviou uma carta à empresa, solicitando esclarecimento às questões ainda não abordadas. A revisão feita pela Paramount em sua oferta na última semana oferecia US$ 30 por ação em dinheiro e a promessa de pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada três meses caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026. A Paramount também se comprometeu a arcar com a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar se rompesse o contrato com a Netflix. "Durante todo esse processo, nosso único foco tem sido maximizar valor e segurança para os acionistas da Warner Bros", afirmou o presidente e diretor da companhia, David Zaslav, em comunicado. "A cada etapa, fornecemos à Paramount Skydance orientação clara sobre as deficiências em suas ofertas e oportunidades para corrigi-las. Estamos nos envolvendo com a Paramount agora para determinar se eles podem apresentar uma proposta acionável e vinculante que ofereça valor e segurança superiores para os acionistas da Warner por meio de sua melhor e final oferta", completou Zaslav. Ainda assim, segundo o comunicado, o conselho de administração da Warner Bros. Discovery continua a recomendar, de forma unânime, que os acionistas votem a favor da oferta de fusão da Netflix. "Continuamos a acreditar que a fusão com a Netflix está no melhor interesse dos acionistas da Warner devido ao enorme valor que proporciona, ao nosso caminho claro para obter aprovação regulatória e às proteções de transação para os acionistas contra riscos de queda", afirmou o presidente do conselho de administração da Warner, Samuel Di Piazza, em comunicado. "Com a Netflix, criaremos um futuro mais promissor para a indústria do entretenimento — oferecendo aos consumidores mais opções, criando e protegendo empregos e expandindo a capacidade de produção nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que aumentamos os investimentos para impulsionar o crescimento de longo prazo do nosso setor", acrescentou Di Piazza. A reunião de acionistas para votar a possível fusão com a Netflix ficou marcada para 20 de março. Disputa com a Netflix A disputa entre Netflix e Paramount Skydance pelo controle da Warner Bros. Discovery começou no fim de 2025, quando a Netflix apresentou a primeira proposta formal para comprar a empresa. Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação. Pouco depois, a Paramount Skydance entrou na disputa com uma oferta hostil, mais alta, avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões, oferecendo US$ 30 por ação em dinheiro. Apesar do valor maior, o conselho da Warner rejeitou a proposta da Paramount, por considerá-la mais arriscada, baseada em alto endividamento e com menos garantias do que o acordo com a Netflix. 🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming. No mês passado, a Paramount entrou com uma ação judicial contra a Warner para obter mais informações sobre o acordo firmado com a Netflix. A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix. Investigação nos EUA Neste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra da Warner pela Netflix pode gerar concentração excessiva no mercado de streaming e reduzir a concorrência. Segundo o jornal "The Wall Street Journal", o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos. A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.
Custo de vida no Espírito Santo é maior do que a média brasileira; gastos com supermercado, moradia e transporte pesam no bolso Reprodução É caro viver no Espírito Santo? Uma pesquisa revelou que o custo médio de vida do capixaba é de R$ 3.780 por mês, valor acima da média nacional, que é de R$ 3.520. Os dados são da Serasa em parceria com o instituto Opinion Box, divulgados neste mês. O levantamento mostrou que manter o equilíbrio financeiro tem sido um desafio para a maioria das famílias. Apenas 19% da população capixaba, e brasileira, dizem achar fácil organizar e pagar as despesas do dia a dia. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp As despesas básicas pesam mais no orçamento. Supermercado, contas recorrentes e custos de moradia concentram a maior parte dos gastos mensais das famílias. Juntas, essas despesas representam 57% do orçamento dos brasileiros. Esses três itens também são apontados como os mais difíceis de manter em dia. "Quando as despesas essenciais ocupam uma fatia tão grande do orçamento, sobra menos espaço para ajustes e imprevistos", afirmou Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira. Custo de vida (média) Supermercado e contas fixas no Espírito Santo O gasto médio mensal com supermercado do capixaba também é maior do que a média brasileira. Enquanto que no Espírito Santo esse valor foi de R$ 1.030 por mês, no Brasil foi de R$ 930. O maior custo é registrado no Sul do Brasil, enquanto o menor aparece no Nordeste. Nas contas recorrentes, como água, luz, internet e streaming, a média nacional é de R$ 520 por mês. Os capixabas gastam o mesmo valor nessa categoria. Despesa com supermercado (média) LEIA TAMBÉM: VÍDEO: casal é flagrado fazendo sexo em escada de fórum, no ES CASO RARO: gêmeos nascem empelicados em bolsas amnióticas diferentes no ES Veja os vídeos que estão em alta no g1 Moradia tem maior impacto entre os capixabas As despesas com moradia, que incluem aluguel, condomínio ou financiamento, variam bastante entre as regiões. Mas no Espírito Santo os gastos são maiores que a média brasileira. Enquanto que a média nacional é de R$ 1.100 mensais, no Espírito Santo o gasto chega a R$ 1.320, acima também do que a média da Região Sudeste. O valor é um dos mais altos do país. Despesas com moradia (média) "As variações regionais mostram que o custo de vida está diretamente ligado ao contexto econômico local", explicou Aline Vieira. Transporte e saúde também variam por região O brasileiro gasta, em média, R$ 350 por mês com transporte e mobilidade. No Espírito Santo, o valor é o mesmo. Já as despesas com saúde e atividade física têm média nacional de R$ 540. Entre os capixabas, esse gasto sobe para R$ 560 por mês. Lazer, educação e compras em geral O gasto médio com lazer no Brasil é de R$ 340 mensais. No Espírito Santo, o valor chega a R$ 400. Em compras em geral, como calçados, cosméticos e produtos para pets, a média nacional é de R$ 390. Os capixabas gastam cerca de R$ 380 por mês. Custo com lazer (média) Quando se fala em gastos com cuidados pessoais, como barbearia, manicure e tratamentos estéticos, o capixaba também não poupa recursos. Por aqui, o custo médio mensal para manter esses serviços é de R$ 170, o terceiro mais alto do país. Na nossa frente, aparecem Ceará (R$ 180 por mês, em média), seguido do Distrito Federal (R$ 170). Atrás do Espírito Santo, vem Mato Grosso, também com R$ 170 mensais. Poucos pensam em mudar de cidade Mesmo com o peso do custo de vida, a maioria dos brasileiros não considera mudar de cidade para economizar. Apenas um em cada dez entrevistados diz cogitar essa possibilidade em 2026. "Os dados reforçam que o principal desafio está mais relacionado à reorganização do orçamento do que à mobilidade geográfica", afirmou a especialista. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Para Shuka Piryaee, ir a uma 'sala da fúria' é 'uma forma divertida e ridícula de reset' Shuka Piryaee via BBC "Certamente, houve um momento de desconforto no início." Deena conta à BBC que sua primeira visita a uma "sala da fúria" foi muito diferente do que ela imaginava. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Ela não teve sentimentos caóticos, nem ficou agressiva, destruindo coisas. Na verdade, ela ficou "surpreendentemente controlada e muito mais consciente". "Depois que me adaptei, vivenciei a experiência mais como uma liberação física do que como uma explosão emocional." Veja os vídeos que estão em alta no g1 Cada vez mais mulheres vêm pagando para destruir objetos antigos, como televisores, móveis e louças, protegidas com equipamento especial. Acredita-se que o conceito das "salas da fúria" tenha surgido no Japão, no final dos anos 2000. Mas uma mulher chamada Donna Alexander afirma ter criado uma dessas salas na sua garagem mais ou menos na mesma época, no Estado americano do Texas. Naquele espaço, as pessoas podiam entrar e destruir objetos que haviam sido descartados pelos donos. No Reino Unido, ainda são poucos os lugares onde você pode pegar um taco de baseball e liberar as emoções reprimidas. As "salas de fúria" são promovidas como uma forma de aliviar o estresse e liberar a raiva acumulada. E há um aspecto interessante na sua base de clientes. Alguns proprietários afirmam que a maioria das pessoas que procuram essas salas são mulheres. Deena conta que visitou uma 'sala da fúria' para experimentar algo diferente BBC Deena conta que procurou a "sala da fúria", inicialmente, "por curiosidade". "Não sou irada ou volátil", explica ela. "Passo a impressão de ser uma pessoa muito tranquila e serena. Por isso, no princípio, achei muito estranho e quase errado estar aqui." Mas Deena conta que, depois de algum tempo, se sentiu "muito mais leve e tranquila". Ela compara a experiência com "pressionar um botão de reset ou receber uma massagem muito boa". Deena explica que seu trabalho é acelerado e exige muita responsabilidade e constante tomada de decisões. Agora, ela acredita que a "sala da fúria" pode ajudá-la a lidar com estas situações. "Quando me sentir muito estressada, voltarei a visitar uma sala", afirma ela. Os brasileiros que largaram diploma e carreira no Brasil para viver de faxina em Londres 'Estranhamente libertador' Shuka Piryaee concorda com Deena. Ela conta que não sentia raiva, mas quis saber como é a experiência de "extravasar". Para isso, ela recebeu um carro para amassar, enquanto ouvia suas canções favoritas. "Foi uma satisfação muito maior do que eu esperava", conta Piryaee. "Senti algo estranho e libertador ao destroçar coisas sem precisar tomar cuidado. Depois, percebi que havia feito um exercício para meu corpo e minha mente." Kate Cutler é fundadora e uma das proprietárias de uma "sala da fúria" em East Sussex, no sudeste da Inglaterra. Ela conta que o local está "ficando cada vez mais concorrido" entre suas clientes. Cutler decidiu montar a sala quando sua filha, já falecida, lutava contra um câncer no cérebro. E ir a uma "sala da fúria" era um dos itens da sua lista de desejos. Ela afirma que algumas mulheres visitam a sala porque foram traídas ou tiveram rompimentos difíceis. Ou, às vezes, simplesmente porque "têm raiva vindo do nada". As 'salas da fúria' existem desde o fim da década de 2000 e vêm ganhando popularidade em várias partes do mundo BBC A autora e psicoterapeuta Jennifer Cox participou do programa Woman's Hour, da BBC Rádio 4. Ela acredita que as mulheres são "condicionadas" a reprimir sentimentos de "frustração, ira, agressão e raiva". Cox explica que as mulheres ficam frequentemente envolvidas com as exigências do trabalho, os pais e os filhos pequenos. Por isso, elas podem acabar ficando "furiosas". Cox defende que as mulheres deveriam extravasar e acredita que espaços como este, que permitem a elas liberar sua raiva, podem ser muito úteis. Ela sugere a criação de "minissalas da fúria em casa", com almofadas e travesseiros empilhados, para que elas "se deixem levar" e liberem parte dessa raiva e do estresse. "Quando reprimimos a raiva, ela se manifesta no nosso corpo de diversas formas, como ansiedade, depressão, TOC, enxaqueca ou problemas estomacais", explica Cox. 'A raiva é saudável' A terapeuta especializada em saúde mental Shelly Dar concorda. Ela defende que as "salas da fúria" podem oferecer "alívio instantâneo" e permitir que, depois, você se sinta mais livre e tranquila. Para a terapeuta, é saudável se sentir furiosa. Mas o sentimento tem má reputação porque só observamos a explosão, não o acúmulo. "E, como estamos tão sobrecarregados, não há um espaço seguro para expressar sentimentos confusos," Espaços como este trazem uma solução para que as mulheres expressem seus sentimentos de forma segura, segundo Dar. "Grande parte do problema para as mulheres hoje em dia é que não queremos ser julgadas", prossegue ela. "Por isso, precisamos reprimir todas estas emoções, interpretando o papel da boa menina, talvez sendo a mãe tranquila, a mãe reflexiva e serena. Fomos educadas para sermos amáveis." Ouça aqui o episódio do programa Woman's Hour, da BBC Rádio 4, que deu origem a esta reportagem.
Governo brasileiro negocia uma solução para as proteções impostas pela China às importações de carne bovina Mesmo com o cenário desafiador apresentado pela cota anual de venda de carne bovina do Brasil à China, o principal destino das embarcações da commodity, o mercado pecuário nacional tem motivos para manter o otimismo, mas precisa ser estratégico. O setor registrou o maior volume de carne bovina escoado à China para um mês de janeiro. "Se o ritmo de embarques verificado em janeiro para a China for mantido, o Brasil deve completar sua cota de volume de exportações de carne bovina em setembro", apontam pesquisadores do Cepea. O principal indício é a crescente procura pela proteína brasileira desde o ano passado, verificada em análises e consultas feitas com agentes do setor pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP). ➡️Mas, qual é a cota para o Brasil? Em janeiro, o Brasil, que é o maior fornecedor de carne bovina para a China, foi incluído na lista de países exportadores da proteína com limite de volume a ser vendido ao país asiático. A China estabeleceu uma cota de 1,1 milhão de toneladas para 2026. Essa é a quantidade máxima de carne brasileira que empresas chinesas podem comprar neste ano, pagando a mesma taxa de importação que era cobrada antes, de 12%. 📊O que acontece se o Brasil desrespeitar o limite? O que exceder esse volume terá uma taxa extra, de 55%. 📊Em boletim mais recente do setor, divulgado na última sexta-feira (12) pelo Centro de Estudos da Esalq/USP, os pesquisadores do Cepea lembram sobre a cota brasileira para a China, de 1,106 milhão de toneladas para o ano. "A demanda externa pela carne bovina brasileira seguirá em crescimento, mesmo nesse cenário desafiador. Apenas em janeiro de 2026, mês em que foram impostos os limites de importação, já foram enviados ao país asiático 119,63 mil toneladas. E, este foi, inclusive, o maior volume escoado à China para um mês de janeiro", ressalta o Cepea O volume total de carne bovina exportado pelo Brasil em janeiro somou 258,94 mil toneladas. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Brasil, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e compilados pelo Centro de Estudos da Esalq-USP. "Um recorde para o mês, superando o até então melhor início de ano, registrado em 2025", observa o Centro de Estudos da USP. Exportação e carne bovina é destaque Neto Lucena/Secom China A China foi destino de 46,3% do total escoado pelo Brasil em janeiro, porcentagem próxima da média de 2025, que foi de 47,67%. Cotação As cotações do boi gordo e da carne, segundo o Centro de Pesquisas, têm se mantido crescimentos. Levantamentos do Cepea mostram que os preços do boi, da vaca, novilha e reposição seguem firmes. 📈O valor do indicador Cepea/Esalq-USP do boi gordo, arroba de 15kg fechou em R$ 337,20 em 9 de fevereiro de 2026. Quatro dias depois, passou para 344,05, uma alta de mais de 2%, segundo boletim do Cepea. Exportação de carne bovina Wenderson Araújo /CNA Brasil LEIA TAMBÉM China e México criam cotas para limitar importação de carne bovina: o que isso significa para o Brasil? Como vai ficar o preço da carne bovina em 2026? Brasil discute limitar exportação de carne bovina à China O Ministério da Agricultura discute com outros órgãos do governo federal a criação de um sistema para controlar o volume de carne que frigoríficos brasileiros podem exportar para a China. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (12) pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério, Luis Rua, em entrevista ao g1. O receio do Ministério da Agricultura é de que a cota cause uma "corrida desenfreada" de exportações: uma competição desigual entre as empresas, com alguns frigoríficos exportando mais que outros, por exemplo. Veja os países para onde o Brasil mais exportou carne bovina em 2025; exportações de carne bovina Kayan Albertin/g1 VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba
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